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O pesadelo

(Margarida Óttoni)

Júlio César fugia trêmulo e assustado.Pudera! Em seu encalço estava um bando de índios.

O menino corria desabaladamente, por extensa planície coberta de capim ralo, onde a vista alcançava até o horizonte. Nem uma árvore havia, nem moitas ou cavernas em que pudesse esconder-se.

Os índios eram muitos, talvez vinte, todos armados de arco e flexha. E vinham ligeiros como um pé-de-vento. Apavorado, ele corria cada vez mais depressa, ao mesmo tempo que sentia a aproximação de seus perseguidores.

Súbito, ouviu o zumbido de uma flecha e viu-a passar a pouca distância. Rápido, atirou-se ao chão e começou a gritar.

O susto, porém, deixou-o quase sem voz. Apenas um débil gemido lhe saiu dos lábios. Mas foi suficiente para despertá-lo.

- Graças a Deus! - pensou, voltando-se na cama - Graças a Deus, foi sonho.

Imediatamente, lembrou-se das palavras de Ana, a cozinheira:

- Quando tiver pesadelo, vire o travesseiro. É muito bom para afastar o mau sonho.

Recordou, também, o conselho da mamãe:

- Reze e peça a Deus que lhe dê bons sonhos.

1- Qual o nome do personagem do texto?

2- Por que ele fugia trêmulo e assustado?

3- Segundo o texto, quem vinha ligeiro como um pé-de-vento?

4- O que aconteceu que fez com que o menino se atirasse ao chão e começasse a gritar?

5- O que fez com que o menino ficasse aliviado?

6- Quais foram os conselhos dados:

a) pela cozinheira:

b) pela mamãe:

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by: Roseny Rojo da Rocha